18 de fev de 2015

Half A Heart - Capitulo 09



Luke Moore P.O.V
Flashback
Eu estou de saco cheio da minha família, melhor ser mas específico, estou de saco cheio do meu pai. Ele nunca me trata bem, e nem trata a minha mãe com o respeito que ela merece. Isso me irrita muito, e ainda por cima não quer deixar, eu pegar o meu dinheiro. Mas como assim, pelo o que eu sei o dinheiro é meu, meu avo deixou pra mim. Ele não tem o direito de pegar, até por que eu já sou maior de idade. Só que por um lado, eu posso até entender, por que ele fez isso, ele estava me protegendo, pra que eu não gastasse o dinheiro com drogas, só que... Agora eu preciso pra poder pagar.
Estava sentado de boa no meu canto quando o amigo do Zayn aparece do nada e senta-se ao meu lado.

Jonathan: E ai garoto, por que esta desse jeito?
Eu: Meu pai tirou todo o meu dinheiro, e ainda por cima estou devendo.
Jonathan: Devendo o que? – me olhou assustado.
Eu: Devendo, peguei umas drogas ai e ainda não paguei.
Jonathan: Não acredito, e você é tão novo, mexendo com essas coisas.
Eu: Foi por embalo de amigos. – olhei pro chão – Isso não vai acontecer mais.
Jonathan: E pra quem esta devendo? –e me olhou serio, não estou entendendo por que ele quer saber.
Eu: Não sei. – sorri torto.
Jonathan: Bom... Vai ser estranho, mas... – se levantou, quando eu olhei pra ele, ele me deu um murro bem no olho.
Eu: VOCE ESTA LOUCO?
Jonathan: Não querido, não estou nem um pouco louco. – sorriu sinicamente. – Você esta devendo pra mim. – sorriu, e me deu um chute nas pernas.
Eu: CARALHO, PARA COM ISSO. – gritei de dor.
Jonathan: Quero o meu dinheiro pirralho, e olha ver se não abre o bico tá? Por que ai coisas vai acontecer.
Eu: VOCÊ É LOUCO. – gritei, e, mas uma vez fui chutado, só que com muita força. – Você... Vai me matar?
Jonathan: Para de ser bebezao, claro que não. Não vou sujar a minha mão com você.
Eu: Por que esta me batendo? Não sabe resolver as coisas sem violência?
Jonathan: Com delinquentes tem que ser à base da pancada mesmo. – me bateu novamente. Senti o sangue começar a escorrer pela minha boa, meu corpo estava dolorido.


Zayn: Foi nesse dia que eu te ajudei? – me olhou confuso.
Eu: Foi.
Zayn: Mas como, sendo que ele tinha meio, que acabado de falar comigo. E quando você estava na frente do meu carro, você estava horrível.
Eu: Jonathan não continuou me batendo, ele chamou um dos capangas dele.
Zayn: Meu Deus, esse cara é maluco. – me levantei. – Mas quando ele falou comigo estava tão bem.  – ficou olhando pro chão. – Mas como, antes de eu ir te ajudar, você estava apenas babado.
Eu: Jonathan pensa em tudo Zayn. – minha voz estava falhando. – Ele me limpou antes de ir falar com você. E eu não estava bêbado, eu estava sedado.
Zayn: Essa historia esta muito mal contada.
Lucy: Como assim? – olhou pro Zayn, seria. Ela estava muito calada.
Zayn: Não tem como Jonathan fazer tudo isso, e aparecer na minha frente do nada. E depois eu ver Luke bem, e depois todo arrebentado.
Lucy: Não tem como mesmo. – me olhou. – Tem certeza?
Eu: Claro que sim. Ao não ser se ele tiver irmão gêmeo. – falei irônico.
Zayn: Ele tem um irmão, mas como eu nuca vi, não tenho como afirmar que é gêmeo.
Lucy: Essa historia esta muito estranha.  
Eu: É estranha até pra mim. – suspirei – E eu te avisei que era pra me deixar lá.
Zayn: Eu nunca deixaria alguém morrer, sendo que eu podia ajudar.
Lucy: A única explicação pra isso tudo, é Jonathan ter um irmão gêmeo.
Zayn: Só pode ser isso. – falou – Mas temos que manter essa nossa conversa em segredo.   Não sabemos do que eles são capas.
Eu: Sabemos sim, e tudo isso é por minha culpa. – falei – Se eu não tivesse sido tão irresponsável. Nada disso estaria acontecendo.
Zayn: Isso acontece com todos, eu também ia pro embalo das pessoas. Dos que diziam serem meus amigos. – me olhou – Já exalaremos tudo, Lucy agora, mas do que nunca você esta envolvida, não sabemos do que eles são capazes de fazer com alguém, eles já usaram o seu nome e pode muito bem, machucar você.
Lucy: Tudo bem!
Zayn: Boa noite. – foi andando em direção à saída.
Eu: Boa noite.

(SeuNome) Meands P.O.V

Uma semana depois...

O tempo esta passando rápido demais, faz duas semanas que eu não vejo e nem falo com Zayn, Nina falou que ele anda muito distraído no serviço e que não quer falar com ninguém. Deve ter acontecido alguma coisa, por que eu acho que ele não é assim.
Eu ando um pouco mal, agora eu tenho que fazer dietas malucas, preciso emagrece cinco quilos. Eu não vejo necessidade nisso, estou muito feliz com o meu corpo. Não tenho o que reclamar dele, se eu emagrecer, mas de cinco quilos vou perder as minhas curvas. Não que eu ligue, mas é o que isso é o que me deixa bonita, não tem necessidade. Contei pra Denise, e ela me falou que, se eu fizer isso é por que eu estou doida. Karmem me falou para comunicar ele, pra ver se eu aceito isso ou não. Agora estou eu, aqui, mas uma vez na sala dela, esperando a senhora chegar.

Karmem: Desculpa a demora (SeuNome). – entrou na sala que nem um furacão. – Tive que levar o meu filho ao hospital.
Eu: Entendo. – sorri.
Karmem: Já tomou sua decisão? – se sentou na cadeira que estava na minha frente.
Eu: Qual a necessidade disso? Meu corpo não esta bom?
Karmem: Querida, sabe que não sou eu que estou exigindo. É a revista. – respondeu calmamente. – Pra mim, você não precisa nem em sonha emagrecer.
Eu: E se eu conversar com eles? Sei lá... quem sabe eles não deixa eu fazer assim.
Karmem: Eu já tentei flor, não vai ser possível. – me olhou com pena.
Eu: Mas se eu não aceitar vocês não vão me dispensar né?
Karmem: Por mim não dispensaria ninguém, mas sabe, não sou eu que mando totalmente aqui.
Eu: Então eu aceito. – sorri sem graça. – Melhor do que perder o meu emprego.
Ela sorriu satisfeita. Claro, era isso mesmo que ela queria. To vendo que, se algo acontecer comigo, por conta disso, vou levar uma bronca daquelas da minha mãe e da minha irmã. Assinei o contrato, não sou maior de idade, mas... Consegui assinar sem a minha mãe por perto. Sai da agencia acho melhor eu ir andado até o ponto de taxi, caminhei calmamente, não estava com nem um pouco de pressa para chegar em casa. Por que eu sei que vou ter que falar do meu novo contrato e eu ao to com vontade de ficar ouvindo.
[...]

Droga. A luz acabou e eu estou na rua. Pra quem eu vou ligar? Pensei em ligar pro Zayn, mas será mesmo que ele vai vim aqui? Ajudar-me? Eu acho que não, por que acho que o que tivemos não significou nada, por que ele não me ligou, e nem falou nada. Mas... Por outro lado, não custa nada ligar.

-Alô? – perguntou uma voz masculina, e logo reconheci.
Eu: Zayn? Aqui é a (SeuNome), tudo bem com você?
Zayn: Oi (SeuNome), tudo ótimo. Desculpa não ter ligado pra você esses dias.
Eu: Magina. – sorri, e enfim pedi. – Tem como você vim me buscar?
Zayn: Aonde você esta? A Nina não foi com você?
Eu: Não, eu quis vim sozinha. Ela precisa ficar um pouco só.
Zayn: Correto. – riu.
Eu: To aqui na Avenida City Fédon, no ponto de taxi. Só que aconteceu uma coisa, a luz aqui acabou então estou totalmente no escuro.
Zayn: Pra sua sorte ou azar, eu estou por perto.
Eu: Zayn. To com medo. – me encolhi, mas no chão.
Zayn: Não precisa amor, eu estou chegando.
Eu: Mas esta muito escuro. – e realmente estava não dava pra ver nada. Logo hoje isso tinha que acontecer né? – Me chamou de amor?
Zayn: Depois conversamos sobre isso. – riu aposto que ele estava com um sorriso enorme.
Eu: Já esta chegando?
Zayn: To fica conversando comigo. – falou, pude escutar ele xingando alguém. – Como foi o seu dia?
Eu: Chato como sempre. Assinei mas um contrato com uma revista.
Zayn: Que legal. E isso é chato?
Eu: Claro, tenho que fazer um monte de coisas.
Zayn: Tipo o que?
Eu: Não dá pra falar por telefone, ainda por cima no escuro.
Zayn: Sabe, eu também tenho medo de escuro.
Eu: To vendo, que nos dois nunca iria dar certo no escuro.
Zayn: Dependendo do que estaríamos fazendo no escuro.
Eu: Como você consegue? Ser tão sexy? – sorri, e fiquei com vergonha do que eu falei.
Zayn: Olha lá, ela me achou sexy. – gargalhou. – Eu sei que sou sexy.
Eu: Convencido. – ri – Zayn acho que tem alguém vindo à minha direção.
Zayn: Como, sendo que você não pode ver? Ta escuro.
Eu: To escultando passos né?
Zayn: Calma, eu estou chegando.
Eu: Anda...alguém me puxou pra cima. – ZAYN, ZAYN.


31 de jan de 2015

Half A Heart - Capitulo 08

- Melhor contar tudo.

Selena Baruk P.O. V

Incrível como a minha mãe não procurou por mim. Já faz uma semana que eu sai de casa. Ela nem sequer me ligou, nem nada, será que aconteceu alguma coisa? Acho que não, por que se não, a policia estaria atrás de mim. Ou não? Só sei que eu não quero pensar nisso. Karen me ligou ontem à noite, dizendo que estava com saudades de mim, e que já tinha voltado pra Nova York, isso me deixou feliz, pelo menos alguém esta feliz com a vida.

[...]

Pelo visto hoje é dia de folga da Nanda, ela me convidou para ir o shopping depois da escola, mas eu falei que não queria sair. O lado bom de estar com ela, é que ela me entende, quando eu falo não, é não. Ela me lembra um pouco meu pai, não sei por que, ela tem um olhar, que nem o dele. Ou não? Pode ser apenas, por que eu estou com saudades dele, ou sei lá.

Recebi uma ligação do Harry hoje, acho que ele esta afim de mim. Não sei, acho que eu também estou afim dele... Ou é apenas atração. Por que ele é realmente bonito, e atraente. Ele quer me encontrar em uma sorveteria perto da praça, eu aceitei. Já não sai com a Nanda, então é bom eu sair um pouco com o Harry.

- Pensei que não iria vim mais. – disse Harry após eu me sentar na cadeira a sua frente. – tudo bem?
Eu: Desculpa a demora, tive que passar em casa e deixar o material. – sorri – To bem e você?
Harry: To bem. – sorriu – Como foi o seu dia?
Eu: Chato, odeio escola. – ele riu – Não rir, é horrível, principalmente quando é segunda-feira.
Harry: Eu me lembro muito bem quando eu estudava, era do mesmo jeito.
Eu: Quantos anos você tem?
Harry: Tenho vinte de dois. – sorriu – Sou velho. E você?
Eu: Tenho dezesseis. – sorri – Você não é nada velho, até parece ter menos.
Harry: Eu sei que eu tenho uma cara de anjinho. – fez carinha de bebe.
Eu: Pode parar de ser convencido. – gargalhei – me conte, mas sobre você?
Harry: primeiro vamos pedir os sorvetes por que eu estou com calor.
Eu: Eu também – ele chamou e fizemos os nossos pedidos.
Harry: Bom o que quer saber sobre a minha vida?
Eu: Tudo que eu não sei.
Harry: Vou querer saber sobre a sua também. - sorriu
Eu: Tudo bem. – sorri.

(SeuNome) Meands P.O.V

Denise: Como assim você ficou com o amigo, da sua irmã?
Eu: Sabe que, eu também nãos sei? – sorri – Apenas aconteceu. E foi muito bom.
Denise: Preciso conhecer esse cara. – sorriu animada.
Eu: Por quê? – a olhei confusa.
Denise: Pra dar os parabéns, por que não são todos que consegue ficar com você.
Eu: Isso é verdade. – ri e ela riu junto. – E como foi à escola sem mim?
Denise: A mesma de sempre. O grupinho das patricinhas ficando com todos, e o grupo de jogadores de futebol ganhou mais um integrante. – falou sem animo – Tirando isso. Nada de especial.
Eu: Como anda você e o John? – perguntei, quando paramos em frente ao seu armário.
Denise: A mesma coisa de sempre. – pegou os livros. – Ele vive saindo ai de noite, e eu fico que nem uma otaria, em casa esperando ele.
Eu: Então para de ser otaria. – respondi, quando estávamos indo em direção à sala de química. – Você precisa mesmo sair com a Nina. Pena que ela esta na mesma situação que você. Mas um... Pouco mas complicada. – sorri fraco
Denise: Vamos sair hoje? – me olhou animada. – Ou você vai trabalhar?
Eu: Pra sua sorte, hoje eu não vou trabalhar. Acho que nem, o resto da semana. Então dá sim pra sair.
Denise: Ok, depois vamos combinar o lugar. – sorriu muito animada.

Denise é uma miga de longa data minha, eu vou voltar a ver ela esse ano. Por que ano passado ela tinha viajado com os pais pra Orlando, e voltou esse ano. Ela é muito legal, e eu adoro a amizade dela. Eu cresci com ela, e nunca nos separamos e isso é bom, por que nos dias de hoje, quase não existe amizades que duram tanto tempo.

[...]

Denise: Podemos ir ao shopping. Tem um filme ótimo no cinema.
Eu: Podemos ir, e fazer algumas comprar. – sorri animada, fazia tempo que eu não saia.
Denise: Mas eu não tenho dinheiro para fazer compras. - desanimou
Eu: Vai ser um presente meu. Vamos poder comprar tudo que precisamos.
Denise: Obrigado, (SeuNome). Te amo tanto. – sorriu e me abraçou forte.

Zayn Malik P.O.V

Chamada on...
- Como assim Zayn.
Eu: Como assim digo eu Lucy, o que você anda falando de mim por ai.
Lucy: Eu não estou falando nada de você garoto, eu quero mesmo é distancia de você.
Eu: Eu também quero distancia de você, Lucy. Mas por que você fica falando por ai que o Luke esta morto, e eu matei ele.
Lucy: Que? Ta louco? Que drogas deram pra você? Luke esta vivo, muito bem vivo.
Eu: Como assim? Jonathan me falou que você anda espalhando coisas sobre mim.
Lucy: Mentira! Eu não acredito que você acredita nesse idiota, serio. Ele só quer o seu mal.
Eu: Assim como você?
Lucy: Claro que não, eu nunca quis o teu mal. Eu nunca quis fazer mal pra você Zayn.
Eu: Então quer dizer que, você nunca saiu falando mal de mim? Nem sequer, ficou falando merda?
Lucy: Não, posso ser mimada, e egoísta, mas... Eu nunca iria me rebaixar, tanto assim, a ponto de sair falando mentiras das pessoas.
Eu: Então quer dizer, que o Jonathan esta mentindo pra mim. E as coisas que ele fala é bem seria. – ainda não caiu a minha ficha, eu ainda não acredito, que ele esta mentindo.
Lucy: Se quiser, pode vim falar com o Luke, ele esta morando aqui em casa.
Eu: Posso mesmo?
Lucy: Claro. – acho que ela suspirou.
Eu: Obrigada. – sorri – E desculpa, pelas acusações.
Lucy: Tudo bem. E desculpa também, por estarem usando o meu nome.
Eu: Tudo bem. – ri – Beijos, até, mas tarde.
Lucy: Até.

Chamada off.

Não estou acreditando nisso, qual é a do Jonathan? Que necessidade ele tem, de ficar mentindo? Ainda com coisa seria? Eu preciso descobrir o que ele quer com isso. Mas... Eu não posso contar a ele que, falei com Lucy. Por que sabe se Deus, o que ele esta armando, pode muito bem inventar outras coisas.
[...]

Peguei o meu carro que estava estacionando do outro lado da rua, precisava conversar com Luke, o, mas rápido que eu pudesse, por que, quando ele estava conversando comigo, ele disse que eles iriam colocar a culpa em mim, claro de primeira, eu pensei que ele estava delirando, até então ele estava bêbado. Mas agora, com o Jonathan mentindo pra mim, inventando coisas pra mim, me jogando contra a Lucy, isso já foi demais.

[...]

- Olá, Zayn. Quanto tempo. – a dona Alice, me atendeu com um sorriso enorme. – A Lucy esta esperando você na sala, com o Luke.
Eu: Obrigada, Alice. – retribuir o sorriso. Segui em direção à sala, já conheço essa casa de ponta a ponta. Fui em direção a um corredor enorme, cheio de fotos de quando Lucy e o seu irmão eram, mas novos. Fotografias de todos da família. depois virei pra esquerda e finalmente cheguei na sala.
Lucy: Oi Zayn. – sorriu fraco – Tudo bem com você?
Eu: Mais ou menos. – sorri e dei um beijo em sua bochecha. – E ai Luke? Como você esta?
Luke: To bem, graças a você. –sorriu fraco. Ele estava com a perna e o braço com gesso ainda.
Lucy: Vou deixar vocês a sós. – se levantou, mas Luke protestou.
Luke: Você já esta envolvida Lucy, agora vai ter que ouvir. – me olhou – E acho melhor você se sentar.
Lucy: Que merda foram me meter, Luke?
Luke: Acho melhor contar, tudo.

27 de jan de 2015

Half A Heart - Capitulo 07

- Aconteceu isso comigo também.
Harry Styles P.O.V’s

Morar em cidade grande aqui no Brasil tem suas vantagens, e desvantagens. As vantagens é que tudo fica próximo a você como, por exemplo: o mercado, a padaria, o shopping e varias lojas. Agora as desvantagens é que, fica um transito do caramba e eu não posso chegar atrasado hoje no hospital. Ontem o Marcos já brigou comigo por que cheguei cinco minutos atrasado, e me segurou cinco minutos para sair, e isso fez com que eu chegasse iper atrasado na faculdade.  Eu odeio esse tipo de pessoa. Quando eu vim morar aqui em São Paulo, não sabia que era tão complicado assim.

[...]

Finalmente consegui chegar a tempo. To vendo que é bem melhor sair mais cedo de casa, assim não chego atrasado. Entrei no hospital e a Nanda a psicóloga, me olhou com uma cara de susto. Acho que ela estava esperando que eu chegasse tarde. Mas não foi dessa vez, fui ao encontro dela.

Eu: Olá, como estão às coisas por aqui? – perguntei, e ela sorriu.
Nanda: Pensei que iria chegar tarde de novo. – riu – Que milagre foi esse?
Eu: Como as pessoas daqui dizem, milagres acontecem.
Nanda: Isso é verdade. – riu novamente.  – Acho melhor a gente ir trabalhar.
Eu: Concordo. – dei um beijo em seu rosto, e fui em direção ao meu escritório.
Nanda é uma estagiaria aqui no hospital, ela é muito bonita por sinal, mas não faz o meu tipo. Já ouvi do John que ela é afim de mim, mas sinto muito. Não faz nem um pouquinho o meu tipo. Não que ela seja ruim, e chata, mas ela é muito vulgar. E eu prefiro meninas, mas moças, mas reservadas. Sou do tipo protetor, então ter uma pessoa ao meu lado vulgar, isso não iria dar certo.

Selena Baruk P.O.V’s

Mas que droga, eu ainda não consegui falar com a minha mãe. E hoje mais cedo, quando eu acordei encontrei ela no banheiro vomitando, e o cheiro de bebida subindo. Isso me irritou, mas do que nunca. Só sei que fui para o meu quarto, peguei uma mochila e coloquei todas as roupas que eu consegui colocar nela. Peguei outra sacola, e nela coloquei alguns dos meus sapatos. Coloquei uma roupa qualquer, e desci as escadas correndo, ela ainda estava no banheiro, e não sentiria a minha falta agora. Fui em direção à cozinha, eu sabia que ela guardava o dinheiro que eu havia recebido do meu pai semanada passada, isso mesmo ele resolveu me dar dinheiro assim do nada.  Achei-o perto do pote de arroz, contei e tinha dois mil reais. Só isso que ele me deu? Ou ela pegou e gastou ontem? Merda. Peguei o dinheiro e coloquei-o na minha carteira e sai de casa o mais rápido que eu pude. Caminhei em direção, sem rumo.

[...]

Semana passada eu tive que ir a uma consulta com a psicóloga de um hospital aqui próximo. Ela é muito legal, e simpática. Adorei conversar com ela. Eu fui por vontade própria já que eu não tenho muito dinheiro para ficar colocando credito no celular e falar com a Nina. Resolvi ir falar com a Nanda, ela tinha me falado que quando, eu quiser conversar com alguém eu poderia ir até ela a qualquer momento, e bom, esse é o momento. Cheguei lá e ela estava conversando com um homem, acho que era médico, ele virou indo em direção à ala pediátrica. Por sinal, ele era bem bonito. 

Nanda: Olá, Selena. – sorriu – O que esta fazendo aqui?
Eu: Vim conversar com você. – sorri sem graça. – Sobre a minha mãe.
Nanda: E o que são essa sacola, e mochila? – me olhou desconfiada.
Eu: Eu estava pensando em... – olhei pros lado e tinha muita gente ali. – Acho melhor conversamos, na sua sala. Claro se não se importar.
Nanda: Claro, que não vamos. – sorriu, e eu a segui.

Nanda parecia ter uns vinte e sete anos, ou mais ou menos. Ela é bem bonita, se arruma bem, e tem um perfume maravilhoso. Só acho que ela usa umas roupas bem vulgar, como que eu sei? Bom porque da ultima vez que eu vim aqui, ela saiu junto comigo. Então eu vi que ela estava usando um vestido muito colado e decotado. Bem que ela poderia se comportar melhor. Entramos novamente naquela sala branca, aonde se encontrava uma cadeira que, mas parecia uma cama, e a mesa dela ao lado. 

Nanda: O que esta acontecendo?- se sentou na cadeira ao meu lado.
Eu: Semana passada o meu pai deixou uma quantia em dinheiro pra mim, com a minha mãe. Até em tão, eu queria confiar nela. E nem perguntei quanto tinha. Ontem ela saiu de casa cedo, e eu não vi ela voltar. Hoje quando eu acordei ela estava no banheiro vomitando, e eu senti um cheiro forte de bebida.
Nanda: Ela bebeu novamente? – me olhou seria.
Eu: Sim, isso me irritou. Por que fazia anos que ela tinha parado, e agora voltou. E pelo visto com tudo.
Nanda: E você não tem noticias do seu pai? Ele apenas deixou o dinheiro?
Eu: Sim. Nem sei como chegou, mas eu tenho certeza, que era uma grande quantia.
Nanda: Por que você acha isso?
Eu: Por que meu pai é rico. Ele deve saber o sofrimento que é morar aqui, sem dinheiro.
Nanda: Sente saudades dele, né? – assenti – E pelo visto, depois disso tudo você quer fugir?
Eu: Sim, mas eu não sei pra onde, eu não tenho muito dinheiro.
Nanda: Sabe que isso não é a melhor opção né?
Eu: Eu nunca quis morar com minha mãe, isso só foi mais um motivo pra eu sair.
Nanda: E pretende ir pra onde?
Eu: Não sei. – abaixei a cabeça.
Nanda: Quer ficar lá em casa? – me olhou muito mais seria.
Eu: Não vai te incomodar? – sorri sem jeito.
Nanda: Claro que não, mas você tem que continuar a estudar.
Eu: Obrigada! – corri e abracei-a. – Você é a melhor psicóloga, que eu já tive.
Nanda: Você já foi a um psicólogo?
Eu: Não. Você é a primeira. – ela me abraçou mais forte.

Nanda Baruk P.O.V

Não da para acreditar que essa garota é minha sobrinha. Como assim produção. Ela não parece nada com o meu irmão, mas ela se parece muito com a mãe dela. To vendo que eu vou ter que cuidar dela, isso pode ser divertido. Ela tem quase a minha idade. Pena que eu não vou poder falar a verdade há ela. Isso vai ser um pouco chato, lembre-se de uma coisa agora, ela pode ver as minhas fotos com ele. Vish vou ter que guardar algumas que eu tenho na sala. 

- Nanda, você vai sair hoje de noite? – Harry entrou na sala, me assustando e assustando a Selena.
Eu: Hoje eu não vou sair não, vou ficar com a minha nova hospede. – apontei pra Selena, ele sorriu pra ela de um jeito, que me incomodou. Ele nunca tinha sorrido assim pra ninguém. 
Harry: Prazer, meu nome é Harry. – esticou a mão pra cumprimentá-la. 
Selena: Prazer, Selena. – cumprimentou ele. Isso esta me incomodando. 
Não é que eu goste do Harry, o problema é que eu venho tentado o conquistar já faz um bom tempo, só que ele nunca me da bola. Agora uma menina, mas nova que ele, aparece e ele abre um sorriso sincero que nunca abriu pra nenhuma garota. Não que eu tenha visto. Ai será que essa menina vai me dar trabalho? Acho melhor não. 
Harry: Então eu posso ir pra lá? – perguntou animadamente.
Eu: Só se você cozinhar. – sorri 
Harry: Esta combina. – sorriu, mas uma vez para Selena e saiu. 

[...]

Tudo estava indo muito bem, Harry estava conversando e muito com a Selena e isso estava me incomodando muito. Como assim, uma garota pode fazer ele conversa bastante? Acho melhor ficar na minha mesmo. Já que ela esta ocupada conversando com ele vou ligar pra Fabrício. Logo no primeiro toque ele atendeu. 

 Chamada on. 

- Olá, Nanda como você esta?- perguntou com uma voz de cansado.
Eu: Sinceramente? Estou muito cansada, não aguento mais trabalhar naquele lugar.
Fabrício: Fiquei sabendo que você quase não trabalha. 
Eu: Anda me investigando irmãzinho?
Fabrício: Tenho que saber como a minha irmã, mas nova esta né? O que manda. 
Eu: To com sua filha aqui na minha casa. 
Fabrício: Como? Você esta louca? E se ela descobrir?
Eu: Calma, ela não sabe quem eu realmente sou. 
Fabrício: Mas e se ela descobrir? Ela não pode saber que eu estou por perto, e muito menos descobrir sobre você. 
Eu: Sou a única que acha, que quando ela descobrir que o pai e a tia trabalham pro FBI ela vai ficar uma fera?
Fabrício: Quando ela tiver preparada quem sabe. – suspirou – Como ela esta Nanda?
Eu: Linda, ela é a sua cara. Melhor dizendo, ela se parece fisicamente, mas com a mãe, mas no jeito de falar, de querer ser alguém é o seu jeito.
Fabrício: Nossa to com tanta saudade dela.
Eu: não esta com saudades da sua esposa não?
Fabrício: Eu não sou, mas casado com ela. – respirou fundo, e eu percebi que ele resmungou.
Eu: Não foi o que eu perguntei. 
Fabrício: Vamos mudar de assunto? Acho melhor você continuar cuidando dela, as coisas aqui pra mãe dela, não está nada bem. 
Eu: Golpe baixo você ter mandado embebedar a mãe dela em?
Fabrício: Quero essa mulher o, mas longe possível de mim, e da minha filha. 
Eu: To vendo que você é capaz de tudo por ela. 
Fabrício: quero ouvir a voz dela. 
Eu: Tá louco. Como assim? 
Fabrício: Diga que é um amigo seu, e que quer que eles mandem um oi. 
Eu: Você é louco. – sorri. 
Eu: Gente to com um amigo meu aqui no telefone, mandem um Oi pra ele. 
Selena: Olá, amigo da Nanda.
Harry: Oi.
Fabrício: Quem é esse cara ai com vocês?
Eu: Um amigo meu. 
Fabrício: Como a voz dela esta diferente. Quero ver ela. 
Eu: Pena que você não pode agora,
Fabrício: Mas em breve. – escutei uma voz ao fundo. – tenho que ir, cuida dela, ficam com Deus. – e desligou.

Chamada off

Selena: O como o nome do seu amigo, Nanda? – perguntou sorrindo, quando cheguei perto deles.
Eu: Fabrício. - 
Selena: É o nome do meu pai. – sorriu fraco.
Harry: O que aconteceu com ele? 
Selena: Ele sumiu do mapa, nunca mais consegui encontrar ele. Semana passada ele me mandou dinheiro, mas eu não sei sabe, to confusa demais. Como uma pessoa some assim do nada?
Harry: Ele deveria ter algum motivo, muito serio pra fazer isso. – sentou-se no sofá.
Eu: Isso mesmo Selena. Do mesmo jeito que você não pode culpar a sua mãe. E muito menos o seu pai.
Selena: Eu sei, eu sei. Já me falaram isso. – olhou pro chão. – Ele me disse antes de ir embora, que em breve voltaria pra me buscar. E eu estou esperando até agora.
Eu: Pode ter acontecido alguma coisa com ele. Sei lá, pode ter acontecido algum imprevisto. 
Selena: Mas precisa demorar tanto assim? – me olhou com os olhos cheios de lagrimas, me deu uma vontade de abraça-la e dizer que eu sou a tia dela, e que o pai dela esta fazendo de tudo para voltar.- Acho melhor eu ir dormir. Boa noite. – sorriu
Eu: Boa Noite. – sorri fraco. Olhei pro Harry. – Isso aconteceu comigo também.

Selena Baruk P.O.V

To estranhando esse amigo da Nanda ficar conversando comigo e deixar ela sozinha. Mas tenho que admitir que ele tem um bom papo, que você vai conversando, conversando e quando vai ver, já esta conversando a muito tempo. 
To morrendo de sono acho melhor eu ir dormir e deixar os dois sozinhos. Dei boa noite aos dois, e fui pro quarto de hospede que Nanda tinha me arrumado. A casa dela é bem organizada, e muito bem decorada. Adorei bem, melhor do que a minha casa. Fui pro meu quarto e me troquei à cama já estava feita. Apenas me deitei e fiquei olhando pro teto, pensando na minha vida. Sou a única que acha que ela, é muito complicada pra minha idade? Nessas horas que eu queria o meu pai por perto, ou algum parente dele, para me dizer onde ele poça estar. Mas... ainda não encontrei ninguém.

23 de jan de 2015

Half a Heart - Capitulo 06

- Tô cansado dessa vida.

Liam Payne P.O.V’s

Eu: Acho que a coisa mais esquisita que posso contar sobre a minha infância é que só tenho um rim que funciona, por que quando eu nasci fui considerado morto. E bem estranho, eu sei. Os médicos não conseguiam fazer com que eu reagisse, então tive de ser reanimado, e apesar de parecer que eu estava bem, ainda havia muitos problemas. Nasci três semanas antes do tempo e estava sempre doente. Desde que nasci até os quatro anos de idade, vivia no hospital fazendo exames, mas não conseguiam descobrir o que havia de errado comigo. No final das contas, descobriram que um dos meus rins não funcionava direito, e como isso não tinha diagnosticado a tempo, ele fora prejudicado e o outro estava funcionando com 95% da sua capacidade. Houve uma época em que eu tinha de tomar 32 injeções no braço de manha e a noite, pra ver se eu melhorava. Ainda tenho os dois rins, mas um não funciona, então tenho que tomar cuidado e não beber muito, mesmo água, e preciso me manter saudável possível. Minha primeira escola era um jardim de infância em Wolverhampton chamado Collingwood, e eu aprontava um pouco. Na verdade, fui levado varias vezes nos primeiros dias de aula, pra diretoria. Eu fazia guerras de água no banheiro, e subia no telhado. Quando comecei no primário, eu estava bem mais maduro. E quis fazer parte do time de futebol, só que não deu muito certo. Mas um dia eu tentei entrar na equipe de corrida de cross-country e fui o primeiro colocado. Havia um cara que corria por Wolverhampton na época era o melhor corredor das redondezas. E corri melhor do que ele, então todo mundo disse que eu tinha trapaceado. E isso acabou comigo. Na semana seguinte, fizemos o mesmo percurso e ganhei novamente. E foi assim que eu descobri que poderia correr. Nossa nesse dia foi uma alegria e tanto, na minha vida.  Aos 12 anos, fui colocado na equipe de caras de 18 anos da escola, então corria com eles e os alcançava. Continuei nos esportes após o sexto ano e entrei para o time de basquete, mas algumas crianças, mas velhas me enchiam o saco por que eu tinha algumas roupas de basquete superlegais que havia comprado nos Estados Unidos. Eles achavam que isso queria dizer que eu era metido, então começaram a me perseguir, Eu só tinha 12 anos, e eles eram muito mais velhos, por isso tive que encontrar um jeito de me defender. Minha irmã tinha um namorado chamado Martin que praticava Box, então meus pais sugeriram que eu me juntasse a ele e aprendesse a me defender. - respirei fundo

Nina: Liam, sua historia é muito grande. – sorriu – Você não quer parar?
Eu: Não. Ao não ser que vocês não queiram mais ouvir. – olhei para todos que estavam me olhando atentamente. Depois dos jogos que haviam programado e a amiga de Karen foi embora, decidimos fazer outra roda, e contar sua historia de vida. Por meio de um sorteio, eu fui o primeiro.
(SeuNome): Continua por favor. – sorriu meigamente pra mim. E todos concordaram.
Eu: Onde parei mesmo? – perguntei.
Niall: Na parte que você ia começar a praticar Box, para se defender. – falou animado.

Eu: Bom, continuando. – falei – Aquela não era um a academia mais bonita do mundo, e você tinha que lutar com todos. Não importava a sua idade ou tamanho. Então lá estava eu, aos 12 anos de idade, lutando com o treinador de 38. Quebrei o nariz, perfurei um tímpano e sempre voltava pra casa com o rosto roxo e inchado. Mas isso me deu uma confiança extraordinária. No começo eu era muito assustado, mais melhorei bastante ao longo dos anos. – sorri ao lembrar – Os mais velhos ainda me perseguiam a ponte de uma vez correrem atrás de mim na rua. A coisa foi longe demais, e acabei brigando com um deles. Felizmente ganhei, mas quase fui expulso da escola, o que obviamente não seria a melhor coisa do mundo. Eu era um homem de negócios mirins quando pequeno. Admirava os caras do Dragon’s Den e comprava caixas de doces para vender na escola e ter lucro. Eu ganhava cinquenta libras por semana e meu pai tinha muito orgulho de mim. – sorri – Nunca tive um emprego de verdade, por que eu sempre estava ocupado demais cantando. E era assim que eu mais ganhava dinheiro.

Nina: Disso eu não sabia. Serio eu não sabia que ele cantava gente.
Karen: Deve ter uma voz linda né? – sorriu
Eu: Nem tanto.
Zayn: Eu também gosto de cantar cara. – sorriu animado.
Niall: Nossa não acredito. Eu iper adoro cantar e tocar violão.
(SeuNome): Quem sabe um dia vocês não viram famosos? Cantores de musica teen?
Nina: Escutem a (SeuNome), praticamente tudo que ela fala acontece.
Karen: Inclusive a fama que ela tem. – sorriu irônica.
Nina: Continua, por favor. – sorriu mais uma vez animada mente.

Eu: Sempre adorei cantar e dançar. Minha Irma Ruth e eu sempre cantávamos no carro, e minha mãe diz que, mesmo quando eu era muito pequeno, costumava Dacar na sala ao som de Noddy. Eu também colocava os óculos do meu pai e punha as mãos atrás das costas e ficava cantando com os CDs do Oasis, fingindo ser o Liam Gallagher.  Como todos sabem, ou quase todos sabem eu tenho duas irmãs Nicola e Ruth. Sempre me dei muito bem com a Ruth, mas acho que isso acontecia por que Nicola, por ser mais velha, sempre tomava conta de nos quando nossos pais saiam. E eu a via como uma figura autoritária. Acho que por isso a gente brigava. – ri – quando eu tinha 13 anos, entrei para o coral da escola. E costumávamos nos apresentar bastante, então acho que me acostumei com isso. Quebramos um Record mundial quando nos juntamos a outras escolas, e cantamos a mesma musica em uníssono, a “Lean on Me’’ do Bill Withers, e foi ótimo porque fiquei com um dos solos.

(SeuNome): Tá vendo, eu to falando. Esse menino pode ser um cara bem famoso.
Eu: Por que você acha isso? – ri – Só por que eu gosto de cantar.
(SeuNome): Pode parecer besta, mas... Eu tenho quase certeza de que isso um dia vai acontecer. – sorriu sem graça.
Zayn: Eu acredito que isso possa acontecer. – falou – Mas comigo junto. – gargalhou
Niall: E comigo também. – gritou com a boca cheia de comida.
Nina: Vamos o deixar terminar gente. – falou brava. – Mas Deus te ouça (SeuNome) – sorriu sem graça.

Eu: Continuando... Eu amava ainda amo cantar mais, eu gostava muito de ciências e, claro de educação física. Meus pais até sugeriram que eu me tornasse professor de educação física. Eu era um grande fã de futebol e sempre jogava na hora do almoço, chovesse ou fizesse sol. A julgar pelas fotografias de quando eu estava crescendo, meu cabelo meio que fechou um ciclo. Eu usava um corte tigelinha quando era criança, depois raspei as laterais e as sobrancelhas como o Martin, o namorado da minha irmã.  Depois passei maquinas três vezes, deixei crescer, e agora o corte esta parecido com o que eu usava quando criança. Apesar das besteiras que eu fiz no meu cabelo, acho que me dei bem na escola. Aos oito anos de idade, eu tinha uma namorada chamada Charnelle e ela costumava me mandar cartas de amos. Eu também tinha muito orgulho do fato de sair com uma garota que era dois anos mais velha do que eu. – sorri, percebi que a Nina havia revirado os olhos. – Eu gostava muito de uma menina chamada Emily e pedi para ela sair comigo 22 vezes, mas ela sempre dizia não. Cantei pra ela e então ela me disse que sairia comigo, mas me deu um fora no dia seguinte. Meus amigos costumavam zoar comigo e fingir que as meninas gostavam de mim quando não era verdade, então eu as convidava para sair e elas diziam não, o que me deixava arrasado.

Karen: Mas veja pelo lado bom. Quem te zoava e te humilhava antes agora te deseja.
Nina: Isso é verdade. Mas essa Emily foi completamente idiota.
Eu: Tive alguns desastres amorosos ao longo do caminho, algumas garotas me traíram e uma delas foi minha inspiração para cantar “Cry Me a River”. Essa foi a minha vingança por ter me traído. - gargalhei – Sempre preferi ter namoradas do que só ficar. Acho que é legal ter alguém especial. – olhei pra todos. – E graças a Deus estou aqui. Pra contar minha historia.
Zayn: Nossa cara, essa foi enorme. – riu
Niall: Mas é bem interessante saber sobre a vida de outra pessoa. – limpou a boca que estava suja.
Liam: Nossa assim vocês vão me deixar com vergonha. – sorri sem graça.
Nina: Você deveria é ter orgulho de você, por ter aguentado tanta coisa assim. Como pode ver a maioria das pessoas adolescente que morre se matam por conta do bullying. E você praticamente teve todos os motivos do mundo pra virar sua cabeça e não virou.
Zayn: Nina tem razão, você foi forte. Mesmo com apenas um rim, você provou que não é impossível.
(SeuNome): Verdade. – sorriu e bocejou com sono. – Gentes vão deixar para os outros contarem a historia outro dia pode ser? Estou morrendo de sono.
Zayn: Eu também. – se levantou – Boa noite a todos.
(SeuNome): Boa noite, pessoal até amanha. – em vez de ela subir as escadas ela foi para o corredor aonde era o quarto do Zayn.
Nina: Seu quarto é lá em cima, mocinha. – gritou
(SeuNome): Vou beber água. – gritou de volta.
Nina: Não sei não em – gargalhou
Karen: Bom vou dormir também boa noite, Niall, e boa noite casal. – piscou
Nina: Boa noite. – sorriu sem graça.
Eu: Boa noite. – respondi – Acho melhor eu ir embora.
Nina: Por quê? – se aproximou de mim
Eu: Por que, eu já fiz o que eu tinha que fazer aqui. – me levantei.
Nina: Não meu amor fica comigo. – se levantou e me deu um selinho. – Fica comigo?
Eu: Nina a gente tem que conversar sobre a nossa relação. Por que sinceramente não da pra continuar assim. – me sentei no sofá e ela ficou me olhando. – E ai, o nosso relacionamento é serio, ou é apenas quando você me quer?
Nina: Não é bem assim, Liam. – falou com a voz tremula. – Não fico com você apenas quando eu quero.
Eu: É sim. – respondi com a voz um pouco grosseira. – Por que quando eu te ligo você não me atende. Mas eu tenho que te atender.
Nina: Serio que vai começar com isso agora? – me olhou seria e com a voz firme, incrível como ela consegue se mantiver firme quando quer desabar. – Olha se quiser ficar fica, se não a porta esta aberta.


Ta vendo, ela é sempre assim comigo, grossa. Eu sempre fui um cara muito bom pra ela, sempre que a gente brigava mesmo ela estando errada eu sempre falava que eu estava errado. To cansado disso, sempre na minha vida foi assim. Acho que esta mais do que na hora de mudar esse jeito de viver. Sendo humilhado por todos, eu não quero, mas isso. Levantei-me do sofá e fui em direção a porta antes, de sair reparei que (SeuNome) estava me olhando com um olhar de pena. Apenas sorri, e fechei a porta. Se ela me quiser, que venha atrás de mim, estou casando de ser o capacho dos outros.

14 de jan de 2015

Half A Heart - Capitulo 05

- Vamos Começar...
(SeuNome) Meands P.O.V’s

E não é que o Zayn é bom de papo? Adorei conversar com ele semana passada. Isso mesmo, já se passou uma semana, e eu estou vendo que as minhas férias não estão sendo aproveitada. Mais, hoje. Hoje sim eu vou curti, não indo para baladas nem nada, mas fazendo a nossa bagunça aqui mesmo. Não gosto muito de ir a festas, não faz o meu tipo. Acho melhor, eu me levantar e ir ver como esta às coisas por aqui, dependendo de como esta, dá muito bem para eu fazer o que eu tenho em mente.
Levantei, e fui direto pra janela. Quando abri, entrou aquela brisa maravilhosa de toda manha, fiquei, mas alguns segundo ali e fui arrumar a cama. Agora é a hora de tomar um banho.

-Tem como você sair logo minha filha, tenho que falar com você.

Eu: Já estou indo. – gritei, fechando o chuveiro, depois de horas.

Sequei-me e me enrolei na toalha, me olhei no espelho e vi que eu tinha olheiras fundas. Isso me irrita. Sai.

Eu: O que foi mãe. – falei indo em direção ao guarda roupa.
Mãe: Eu tenho que voltar ao trabalho hoje, e como você é a única dessa casa que acordou cedo.
Eu: Nina, ainda não acordou? – perguntei, colocando a blusa.
Mãe: Não, ela foi dormir tarde ontem conversando com o Liam pelo telefone.
Eu: Conversando ou brigando? – olhei rindo.
Mãe: Sabe que eu não sei? Por que esses dois me deixam confusa.
Eu: Nem me fala. – coloquei o short. – Quando que a senhora vai mesmo?
Mãe: Você esta com amnésia? – rindo – Já disse que vou hoje, melhor dizendo agora, depois do café.
Eu: Então deixa eu me arrumar, que vou tomar café com você.
Mãe: Tudo bem então, vou indo lá fazer.
Eu: Ok.

Às vezes o trabalho da minha mãe me irrita. Como pode ela mesmo de férias ter que ir trabalhar? Credo ainda bem, que ninguém me ligou pra fazer ensaio fotográfico, por que sinceramente, eu não iria.
Terminei de fazer o que eu tinha que fazer, e desci as escadas como sempre correndo. E reparei que Zayn estava conversando com alguém no telefone, ele estava com uma cara de bravo, e ao mesmo tempo fofo. Mas depois ele ficou tenso, e começou a serrar o punho. Isso me assustou. Acho melhor eu deixar ele sozinho. Fui para cozinha e minha mãe já tinha feito metade das coisas, essa mulher é muito rápida mesmo. Ajudei-a terminar de colocar as coisas e me sentei ao lado dela.

Eu: Quem será que esta conversando com o Zayn?- perguntei passando manteiga no pão.
Mãe: Não sei, só sei que quando eu desci ele já estava conversando com essa pessoa.
Eu: Ele parece bem tenso. – olhei pra ela.

Quando ela ia responder Zayn aparece na sala com uma cara nada boa. Ele apenas deu um bom dia e se se sentou à mesa. Ele se sentou á minha frente então, eu poderia analisar ele. Estava com a mesma expressão de antes, só que um pouco, mas aliviada, ou mais tensa? Não dá para identificar melhor, por que ele esta com a cabeça baixa demais...

Zayn Malik P.O.V’s

Jonathan me ligou hoje de manha, e me falou que Lucy esta espalhando para as amigas dela que eu matei o primo dela. Como assim? Matei o primo dela? Sendo que aquele idiota que se jogou na frente do meu carro, e quando eu o levei para o hospital ele estava muito bem. Não tinha chance de morrer.

Flashback.

Jonathan: Zayn, pelo amor de Deus toma cuidado. Você bebeu um pouco acima do limite.
Zayn: Claro que não, eu apenas bebi uma taça de vinho. Você que bebeu demais. - sorriu
Jonathan: Serio? – falou com a voz grogue. - Então tchau.

Esses caras não tem mesmo noção do quanto esta bebendo. Falar que eu estou bêbado? Aonde gente? Hoje não sei que milagre eu não bebi muito, não sei se é por que eu estou dirigindo, ou por que não sinto mais tanta vontade de beber.

Desde quando eu me mudei para Nova York, eu nunca mais bebi que nem antes. Esse foi o verdadeiro motivo dos meus pais, terem me mandado ir trabalhar fora do país. Se isso me doeu? Claro que doeu, mas... Isso foi para o meu próprio bem. Se não fosse por isso, eu nunca teria amadurecido.

Lucy não vai embora comigo, ela preferiu ficar com as amigas dela conversando sobre coisas nada haver. E eu como estou casando, preciso ir para casa. Dei tchau para todos, e fui pra o meu carro. Vi que o primo da Lucy, como o nome mesmo? Acho que é... Luke. Ele estava mesmo bêbado, fui até ele para ver se queria vim comigo.

Eu: Luke quer que eu te dê uma carona?- coloquei minha mão no seu ombro.
Luke: não toca em mim. – me empurrou.
Eu: Cara você não esta nada bem, deixa eu te ajudar.
Luke: já disse que não preciso de ninguém. – saiu correndo.

Incrível, quando queremos ajudar alguém, sempre acaba assim. Nem sempre, mais a grande maioria. Nem vou correr atrás, não quer ajuda? O problema é dele. Mais uma vez fui em direção ao meu carro, dessa vez eu entrei nele. Quando dei a partida, e começo a sair do lugar, bato em alguma coisa, ou em alguém. Ninguém tinha visto, desci do carro correndo e fui ver o que eu tinha feito. Droga, Luke estava no chão se contorcendo de dor, e sangrando. Como que eu pude fazer isso, sendo que nem acelerei direito o carro? Sendo que eu nem, tem ao menos saído do lugar direito. Só que não tenho tempo, para ficar aqui olhando pra ele sem fazer nada. Peguei-o no colo e senti que o sangue estava molhando a milha blusa. Coloquei-o no banco de traz, e finalmente pude sair desse lugar cantando pneu. Fui em direção ao hospital, mas próximo dali e sei que é mais ou menos 10 minutos.

-Zayn, eles vão me matar e colocar a culpa em você. Você deveria ter me deixado lá.
Eu: Eles quem Luke? Pelo o amor de Deus, no que você estava envolvido?
Luke: Em trafico de drogas. – gemeu muito alto de dor. - Eu comprei droga deles, e não paguei. Meu pai não me da mas dinheiro... Mas... Eles vão me matar.
Eu: Mas que merda Luke, você não vai morrer. – acelerei, mas o carro, eu já podia avistar o hospital. – aguenta firme ai garoto. Continua falando comigo.

Flashback

Foi nesse dia em que eu realmente fiquei morrendo de medo. Como aquele pobre garoto, porque ele era um garoto foi se envolver com drogas? E por que tinha que ser justo, eu a socorrer ele? Será que Deus queria mesmo, que eu sofresse as consequências? Por que sinceramente, elas estão pra vim. Já terminei de tomar o meu café e me retirei, percebi que durante o café (SeuNome) ficava me observando, será que ela percebeu que, eu estava tenso? Há nem ligo. Fui para o meu quarto, Niall ainda estava dormindo, e eu não podia ficar no quarto com ele dormindo, por que ele solta pum demais.

- Posso conversar com você? – escutei uma voz doce e calma atrás de mim. Quando virei era (SeuNome), toda linda e sorridente pra mim.
Eu: Claro que pode. Mas... pode ser lá fora? – perguntei a olhando nos olhos.
(SeuNome): Claro. – sorriu, e passou na minha frente, indo em direção à porta. Como essa mulher é perfeita, posso conhecer ela apenas uma semana, mas eu sinto algo especial por ela. Não sei explicar, apenas sei que eu to realmente gostando dela. Quando cheguei lá fora ela estava sentada na cadeira de balanço olhando fixo pro chão.
Eu: O que você quer conversar comigo? – sentei ao seu lado
(SeuNome): Você esta bem? – me olhou nos olhos.
Eu: Estou por quê? – desviei o olhar.
(SeuNome): Zayn Malik desviando o olhar, de uma garota linda. Isso é novidade pra mim. - riu
Eu: Como assim? – a olhei confuso.
(SeuNome): Fiquei sabendo, que mesmo quando você esta com vergonha, você nunca desvia o olhar de alguma menina.
Eu: Quem foi que te contou isso? - ri
(SeuNome): A Nina. – me olhou novamente, e dessa vez eu juro que não vou desviar.
Eu: E por um acaso você perguntou de mim? – olhei mais firme ainda, que vontade de agarrar essa menina.
(SeuNome): Digamos que sim. – se aproximou.
Eu: Hum, bom saber que gosta de perguntar sobre mim.
(SeuNome): Tenho que saber, sabe, sobre os meus pretendentes. – riu – Desculpa.
Eu: Por quê? – dessa vez eu que me aproximei, e quando dei por mim já estava com a mão no rosto dela. Bem próximo, a mais ou menos um centímetro de distancia. Eu sentia a sua respiração calma e lenta.
(SeuNome): Por isso. – me beijou.

(SeuNome) Meands P.O.V’s

Eu não estava aguentando ter aquele homem perto de mim, e eu não beijar ele. Era impossível não fazer isso. Nina me falou para ir pra cima, ele havia terminado com a namorada antiga, então não teria nem um pouco de problema quanto a isso. Quando ele colocou mão no meu roso eu pensei, esse é o momento certo pra tascar beijo nele. Nosso beijo foi bem calmo, Zayn acariciava meu rosto e eu a nuca e o cabelo dele. Era bem gostoso de ficar passando a mão. Droga, por falta de ar, tivemos que separar nossos lábios. Mas não desgrudamos a testa, continuei de olhos fechados, por que eu realmente estava com vergonha. Sorri. Dei mais um selinho nele, e ele me beijou. Esse beijo foi muito diferente do outro, dessa vez Zayn me puxou bem mais, e pediu passagem com a língua, não tinha como não cede. O beijo dele é simplesmente o melhor de todos que eu já beijei. A boca dele tem gosto de... café. Sorri e ele me soltou.

Eu: Nossa. – sorri e me afastei, tinha feito muito calor.
Zayn: Não precisa se desculpar, por isso. – sorriu com a língua entre os dentes.
Eu: Para de sorri desse jeito. – dei um empurrãozinho de leve nele.
Zayn: Perto de você, não tem como não sorrir. – me deu mais um selinho
Eu: Pode deixar isso em segredo? – olhei pra ele seria. – Não conta para ninguém.
Zayn: Nem pra Nina? – me olhou mais serio ainda.
Eu: A Nina já sabia que eu iria fazer isso. – sorri – Mas não conta pra mais ninguém.
Zayn: Por mim tudo bem... mas por quê?
Eu: Sinto que a Karen tem inveja de mim. – olhei pro chão. – ela vive fazendo piadas de mau gosto ao meu respeito. E isso esta acabando comigo.
Zayn: Mais você não pode ligar para tudo o que as pessoas dizem. – colocou a mão no um queixo e me beijou. Demorou um pouquinho e sorriu – Esquece isso, pequena.
Eu: Isso é estranho. – o abracei – nunca pensei em ficar com algum amigo da Nina.
Zayn: É muito estranho, por que eu não sabia que ia ficar com a irmã dela. – beijou minha testa.
Eu: Isso chega a ser um pouco engraçado. – o abracei mais forte e depois me soltei – Hoje minha mãe vai sair, vai ter que voltar ao trabalho. Eu estava pensando em fazer uma brincadeira. Hoje à noite. Só que eu não sei qual.
Zayn: Tem uma, que se eu não estou enganado se chama “eu nunca”.
Eu: Já ouvi falar, mas nem todos na casa bebem.
- Hum essa brincadeira vai ser muito divertida.- apareceu na porta Nina e Niall. E logo atrás Liam e Karen. – E você não bebe ainda (SeuNome)?
Eu: Não, e eu sei que não perco nada com isso. – sorri – Oi Liam, nem sabia que você estava aqui.
Liam: Pois é, nem mesmo eu sabia que eu ia vim pra cá.
Nina: Quando que vai ser ? – perguntou animada.
Eu: Hoje à noite. – sorri
Karen: Essa brincadeira promete essa noite em. – olhou pro Zayn com uma cara de safada, e isso me deu acho que uma leve pontada de ciúmes. – E depois podemos brincar do jogo da garrafa.
Nina: Adoro. – deu dois pulinhos.
Liam: Acho que você ficou muito animadinha em? – olhou serio pra ela.
Nina: Liam relaxa, eu não estou tão animadinha. Você que tem que se animar. – deu um selinho nele.
Niall: E o que vocês dois estavam fazendo aqui fora? Nesse frio. – Zayn me olhou e sorriu.
Zayn: Estávamos conversando sobre o jogo de hoje à noite.
Niall: Sei. Engana-me que eu gosto Zayn.
Nina: Você esta com aquela cara de quem estava beijando alguém. – nos olhou com um olhar de quem estava adivinhando alguma coisa.
Zayn: Você sempre acha isso. – piscou pra ela. E eu ? bom eu fiquei morrendo de vergonha, por que todos estavam olhando pra nós dois.

De noite ...

Eu já tinha tomado banho e Zayn também, estávamos arrumando alguma comida para levar pra sala, desde o ocorrido na varanda nós apenas trocamos olhares e é claro que a Karen percebeu e começou a dar em cima dele. Desde então, eu não falei com ele.
Estávamos sozinhos na cozinha o resto do povo estava nos quartos, eu estava começando a ficar nervosa em ficar aqui sozinha com ele. Olhei de relance pra o mesmo, e ele estava me encarando. Fingi que não percebi e continuei a fazer as coisas. Acho que seria legal eu fazer um brigadeiro, mas apenas pra mim ... como eu sou malvada. Quando me virei Zayn já estava bem, mas bem próximo a mim. Levei um susto, e eu ia me afastar mas ele me agarrou e me apertou contra seu corpo, e me empurrou contra a parede. “E sussurrou no meu ouvido, ‘‘não tente fugir de mim (SeuNome)”. Isso me arrepiou todinha, e ele percebeu por que ele sorriu, e então mais uma vez eu ....

- O que esta acontecendo aqui? – era a voz de Karen.
Zayn: Tem como você ficar quieta para eu tirar esse pelinho do seu olhou. – fingiu estar assoprando o meu olho e eu também.
Karen: Parecia que vocês iria se beijar. – me olhou seria.
Zayn: Não. – sorriu pra ela – Vamos logo pra sala.
Repirei fundo e peguei as coisas para levar. Não iria fazer o brigadeiro agora, por que eu sei que vou ficar sem. Zayn já estava sentado ao lado de Karen com uma cara nada boa, Nina estava ao lado de Liam, que estava ao lado também de Zayn, e Niall ao lado de Liam. Eu, me sentei ao lado do Niall. Bem confuso isso foi agora.
Eu: Qual vai ser a primeira? – perguntei após olhar brava para o Niall que pegou o pacote de bolacha da minha mão.
Nina: Vamos relembrar algumas coisas. – se levantou – vai ter que jogar até a ultima brincadeira, não é para sair correndo. Não é para ficar bravinha, ou bravinho. E vai ter que fazer tudo.
Eu: Depende também do que né? – olhei com a sobrancelha arqueada.
Nina: Claro, dependendo do desafio ou tal, por favor. Vão pro quarto.- riu – Vamos começar?
Karen: Espera mais um minutinho... uma amiga minha esta vindo.
Eu: Não sabia que poderia trazer amigos. – olhei pra ela.
Karen: Cala a boca. – se levantou assim que a campainha. entrou uma vadia loira que eu nunca gostei dela. Olhei feio para Karen, e ela deu de ombros. O nome dela se não me falha a memória é Daniela.
Daniela: Oi pessoal. – todos responderam menos eu. Zayn correndo veio e se sentou ao meu lado, e eu logo falei.
Eu: Não gosto dessa menina, nunca gostei.
Zayn: Como é o nome dela? – perguntou baixinho.
Eu: Daniela. – falei mais baixo ainda.
Nina: Oi, quanto tempo. – falou sem sair do lugar. – anda sentam logo, já vamos começar. – pegou uma garrafa de vodka
Eu: De onde foi que ela arranjou isso? – olhei pro Zayn que estava bem próximo a mim.
Zayn: Não sei.
Nina: Vamos começar.